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cartazTeatro

Inspirada na fábula ‘Os três porquinhos’, a peça põe em cena os dramas socioeconômicos e os dilemas éticos e políticos que envolvem a (complexa) questão da moradia na cidade de São Paulo e nos convida a refletir sobre os nossos modos de habitar a cidade.

Nas palavras do diretor, Gustavo Curado, trata-se de um espetáculo-jogo, de ato único, construído ao longo do segundo semestre. Em razão dos novos paradigmas e protocolos sanitários impostos pela pandemia, o nosso modo de habitar o colégio foi submetido a uma série de restrições e adaptações que, à primeira vista, eram muito desfavoráveis ao jogo teatral. Mas esta pedra no meio do caminho, ao invés de obstáculo, tornou-se o ponto de apoio necessário para darmos um salto e nos lançarmos a um novo voo.

Instigados pela equipe de direção do Colégio à replanejar o curso de nossos projetos para ocupar a cidade e fazer de São Paulo o nosso projeto de investigação, assumimos o desafio de ir para a rua e compor a nossa peça no jogo com a cidade.

Deste modo, passamos os primeiros oito encontros jogando com o espaço rua/praça/parque – o que os carros diziam? O que o olhar faz de diferente quando o lugar é fora? Quais são os novos pontos de vista que podem nascer na companhia da rua, da calçada? A rua era palco era convívio, lugar de conceito e de arte. Na Idade Média, o Teatro de formas populares era na rua também... A rua é cenário, é personagem e é documento.

Estar na rua jogando teatro também ativava em nós outras percepções, discussões, situações vivenciadas com outros professores em outras ruas. Então começaram a surgir improvisações que versavam sobre a questão da moradia em São Paulo. Por isso, a fabula tradicional “Os três porquinhos” nos pareceu tão interessante. Construir uma versão pelo viés de quem tem casa, escola, saúde, segurança... nos levou também a refletir sobre as disparidades e complexidades sociais que envolvem a cidade.

Uma das perguntas relevantes para a nossa investigação foi: se a cidade é cheia de porcos com casas distintas, quem seria o Lobo? Que peles ele assume na metrópole? Ele é realmente mau como “dizem, ou isso é um ponto de vista? Vale dizer que estas e outras tantas hipóteses e questões foram experienciadas de maneira lúdica, divertida, engraçada, leve e ao ar livre.

Depois da dura temporada de isolamento, jogar teatro, brincar de ser ou estar renovou a disposição do nosso grupo. Era a tal da saudade de conviver e de celebrar a vida na arte do encontro, da relação. E com esta mesma disposição, convidamos a comunidade para celebrar conosco o resultado cênico desta aventura.

A apresentação pública acontecerá no dia 18/12 (sábado), às 15h, na Praça Arquiteto Barry Parker (atrás do cemitério do Araçá). Por tratar-se de um espaço público, recomendamos a todos que levem uma canga (ou algo similar) para poderem sentar-se com maior conforto. A proposta de ocupar tá valendo.

Em caso de chuva a apresentação será realizada na quadra da escola.

No dia 16/12, faremos duas apresentações no Colégio, às 10h30 e às 14h, para professores, funcionários e alunos.

pracaTeatro

Praça Arquiteto Barry Parker

 

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